Campo Grande-MS 29.04.2017
O húngaro que partiu sem avisar
Sexta-Feira, 28.03.2014 às 14:17
O húngaro que partiu sem avisar
Livro será lançado em São Paulo na próxima quarta-feira, dia 2 de abril
Divulgação
Para o Portal Top Vitrine
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Capa do livro mais recente de Marcelo Antinori

Quarta feira dia 2 de Abril, a Editora Lazuli estará lançando o novo livro de Marcelo Antinori, "O húngaro que partiu sem avisar".

 

O lançamento será em São Paulo (SP), na Livraria da Vila da Fradique Coutinho a partir das 18h30. O livro é um respiro profundo de imaginação. Uma historia criativa (bem editada e ricamente ilustrada) com personagens exóticos que entretém, provocam e ainda por cima fazem sorrir.

 

Para muitos, o húngaro era apenas um velho professor de música que todos os anos sofria com a bandinha da escola municipal para conseguir algo parecido a musica no final do ano. Mas um dia ele desapareceu e graças a alucinante imaginação do autor seu desaparecimento detona um desenovelar de eventos que revolve de ponta cabeça a Guerra Fria e leva o leitor pela Alemanha nazista, por campos de concentração soviéticos até as mais distantes florestas do Congo africano. E tudo para salvar a pacata cidade de Santa Clara Frente ao Mar dos planos malucos de um prefeito corrupto.

 

As únicas pistas de seu desaparecimento eram aqueles papeis escondidos nos vinte e seis livros que deixou na estante. No livro de W. Auden haviam notas sobre a Argélia, no de H. Boll sobre Barba Roja, um comandante cubano e no de J. Conrad, notas sobre o Congo. Depois do A do B e do C havia um livro para cada letra do alfabeto.

 

O húngaro era mais estranho do que parecia. Um convite emoldurado indicava que em março de 1944, com dezoito anos, ele tinha tocado violino para Hitler em uma recepção oferecida pelo regente da Hungria. E não foi uma música qualquer. Ele tinha tocado a Dança Húngara nº 5 de Brahms para recordar os ciganos, como sua mãe, que Hitler estava tentando exterminar. Tinha também aquela curiosa fotografia tirada em um bar de Leipzig, em 1960, onde o húngaro aparecia sentado ao lado do Che Guevara e de Tamara Bunke, que segundo alguns, era uma espiã da Stasi alemã que foi amante do Che. E por que o húngaro tinha passado tanto tempo no Congo, será que ele teve algo a ver com os massacres de Hutus e Tutsis?

 

Esta é a história que conta Marcelo Antinori. Um brasileiro que vive em Washington e foi por muitos anos economista de grandes organizações internacionais. Até que um dia, para alegria de todos nós, decidiu largar tudo o que fazia para ser escritor e deixar sua imaginação voar sem limites.

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