Campo Grande-MS 21.07.2017
Natalia Inoue é a capa da Playboy de setembro
Segunda-Feira, 15.09.2014 às 13:00
Natalia Inoue é a capa da Playboy de setembro
Para ela, ser japonesa e popozuda é um privilégio
Caio Martins
Para o Portal Top Vitrine
Divulgação/Fred Othero
Natalia Inoue
Divulgação/Fred Othero
Ensaio feito no bairro paulistano da Liberdade

A edição de setembro de Playboy chega envolta na fascinante sensualidade oriental. A dançarina Natalia Inoue, participante da edição 2012 do reality show A Fazenda, é a estrela do ensaio de capa.

 

Trata-se da segunda vez na história da Playboy brasileira que uma mulher com origens orientais estampa a capa da publicação (a outra havia sido a apresentadora Sabrina Sato), um motivo de orgulho para Natalia.

 

“Me sinto honrada em representar a minha raça em uma revista mundialmente conhecida como a Playboy”, diz a gata que, enquanto esteve n’A Fazenda, fez muito marmanjo suspirar não só pela beleza de seus olhos puxados, mas também pelas curvas sinuosas de seu corpo. “Adoro minhas pernas e meu bumbum. Ser uma japonesa popozuda é um privilégio!”, brinca.

 

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Clicadas por Fred Othero, as fotos exploram a paisagem no bairro paulistano da Liberdade, célebre reduto da colônia japonesa no Brasil e local onde os avós de Natalia, recém chegados do Japão, fixaram residência. Por isso mesmo que, apesar de viver no Rio de Janeiro, a beldade tem uma relação toda especial com o bairro.

 

“Sempre que estou em São Paulo, a Liberdade é um bairro que me acolhe e me faz sentir mais próximo das minhas origens. Realizei um trabalho para mostrar ao Brasil a sensualidade misteriosa que existe na cultura japonesa”, diz.

 

O ensaio aguça os sentidos transitando entre elementos orientais e ocidentais. Ao mesmo tempo em que veste quimonos de seda, Natalia também usa suntuosas e provocantes peças íntimas que tornam o seu corpão ainda mais voluptuoso.

 

As fotos têm como cenário os tradicionais endereço da Liberdade, como videokês, sakerias e restaurantes. A beldade também tirou desfilou pelas ruas do bairro para ser clicada ao ar livre.

 

Ela conta que sofreu um pouquinho com o frio da noite paulistana, mas no geral guarda boas lembranças da experiência, inédita em sua carreira — Natalia conta que antes sequer havia posado seminua para a câmera. “Demorei para tomar a decisão de posar nua, mas quando decidi tinha certeza do que estava fazendo, então aproveitei ao máximo!”

 

Segundo Natalia, a razão decisiva para que aceitasse o convite de Playboy foi o apoio de sua família. “Venho de uma família 100% japonesa, e os costumes orientais são bastante rígidos e conservadores. Tenho sorte de ter uma família que me incentiva”, conta.

 

A revista, que chega às bancas nesta terça-feira, dia 16, também traz uma entrevista super com o artista plástico Romero Brito, que fala de arte, sexo, fama, luxo e também comenta as críticas e o famoso texto que o compara a Picasso; o cartunista Frank Miller responde as 20 perguntas de Playboy e fala da nova sequência de Sin City e de sua conflituosa relação com o mundo do cinema; e uma reportagem de fôlego da Playboy norte-americana retrata o estranho mercado do comércio legal de maconha, em que algumas cidades legalizaram o consumo mas têm de lidar com a criminalização da droga a nível federal.

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