Campo Grande-MS 26.04.2017

Mercado Financeiro

Olivia Bulla

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QUI, 10.03.2016

Lula: ministro ou preso?

A soma das penas para alguns dos crimes supera 15 anos

Mercado Financeiro

Para o Portal Top Vitrine

A denúncia do Ministério Público estadual de São Paulo, apresentada ontem à noite, contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por crimes de lavagem de dinheiro (ocultação de patrimônio), falsidade ideológica e estelionato deve agitar os mercados domésticos nesta quinta-feira, dia de agenda econômica carregada, no Brasil e no exterior. A soma das penas para alguns dos crimes supera 15 anos e deve elevar a pressão para que Lula vire ministro.

 

Porém, Lula tem feito um prognóstico positivo sobre a ação da Operação Lava Jato. Para ele, se for preso, "vira herói"; se o matarem, "vira mártir" e, se o deixarem solto, "vira presidente de novo". A frase teria sido dita a interlocutores, com o próprio ex-presidente resistindo em assumir um ministério no governo Dilma. Para aliados, o ex-presidente precisaria de foro privilegiado, pois pode ter a prisão decretada em breve.

 

Mas a notícia vindo do MP-SP deve ser favorável aos negócios locais. É válido lembrar que, no dia da condução coercitiva de Lula pela Polícia Federal, a Bovespa saltou 4%, em meio às fortes compras por investidores estrangeiros, e o dólar encostou na faixa de R$ 3,70. Ontem, a moeda norte-americana fechou abaixo desse patamar, renovando o nível mais baixo do ano, em meio às apostas de saída da presidente Dilma Rousseff.

 

Quem tomou posse e terá de devolver o cargo em breve é o mais novo ministro da Justiça, Wellington César Lima e Silva. Por 10 votos a 1, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que, por ele ter cargo vitalício de procurador do Ministério Público da Bahia, não pode ocupar a Pasta. Ele tem prazo de até 20 dias após a publicação da ata do julgamento.

 

Entre os indicadores desta quinta-feira, por aqui, as atenções se dividem entre a ata (8h30) da reunião de março do Comitê de Política Monetária (Copom), que foi marcada pelo dissenso pela terceira vez consecutiva, e os números do comércio varejista em janeiro (9h).

 

Enquanto o documento do Banco Central deve trazer explicações do por que segurou a taxa Selic em 14,25% pela quinta vez, os dados do IBGE devem mostrar queda nas vendas pelo segundo mês consecutivo. Ambas as divulgações, somadas à desaceleração da inflação oficial no país em fevereiro, conforme apontou ontem o IPCA, tendem a aumentar as apostas de cortes nos juros básicos ainda neste ano – provavelmente em setembro.

 

Ainda internamente, às 8h, sai a primeira prévia de março do IGP-M, além de indicadores antecedentes sobre a safra agrícola (9h) e sobre o fluxo de veículos em estradas com pedágio (10h30). Lá fora, o foco está na decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), às 9h45.

 

Os investidores apostam no aumento do atual programa de estímulos monetários, diante dos dados fracos de inflação na região da moeda única e da lentidão na recuperação econômica. Contudo, o mercado não é unânime em relação às medidas que podem ser adotadas, podendo ser desde um novo corte na taxa de depósitos, que já está negativa, até um aumento no volume de compras de ativos, passando pela extensão dos financiamentos de longo prazo.

 

Às 10h30, o presidente do BCE, Mario Draghi, concede entrevista coletiva para explicar os motivos que levaram à decisão. Já nos Estados Unidos, saem os pedidos semanais de auxílio-desemprego feitos no país (10h30) e o relatório Jolts sobre o emprego e o número de vagas disponíveis em janeiro (12h).

 

À espera desses eventos econômicos, os mercados internacionais exibem ganhos. As principais bolsas europeias exibem ligeira alta, no aguardo de uma decisão "sem limites" por parte do BCE, ao passo que os índices futuros das bolsas de Nova York estão no azul, a despeito das perdas no petróleo.

 

Na Ásia, a notícia de que a inflação ao consumidor na China (CPI) registrou a maior alta desde 2014 em fevereiro, em meio ao aumento nos preços dos alimentos por causa das festividades de ano novo, sugere que o país ainda tem espaço para afrouxo monetário. Afinal, o índice subiu 2,3% em base anual, mas segue abaixo do alvo de 3% definido pelo Banco Central chinês (PBoC), ao mesmo tempo que descarta os riscos de deflação.

 

Já os preços ao produtor (PPI) caíram 4,9%, no mesmo período, estendendo a sequência de quedas no atacado para o recorde de 48 meses. Ainda assim, a Bolsa de Xangai recuou 2,02%, ampliando o movimento de realização de lucros iniciado na véspera. Hong Kong teve leve baixa, enquanto Tóquio subiu 1,26%.

 

Nos mercados emergentes, destaque para o dólar neozelandês, que cai mais de 2% ante o xará norte-americano, após um inesperado corte na taxa básica de juros do país em 0,25 ponto porcentual, para 2,25%, promovido pelo BC local (RBNZ). O chamado "kiwi" caiu ao redor de 1,5% na última semana, liderando as perdas entre as moedas correlacionadas às commodities.

 

Já o BC da Coreia do Sul manteve o juro básico, o que abre espaço para uma recuperação do won, após dois dias seguidos de perdas. Os investidores mostram maior apetite por ativos mais arriscados, em meio à menor preocupação em relação aos preços do petróleo. A percepção é de que os ativos emergentes estão em bom ponto de compra e que as medidas que devem ser adotadas hoje pelo BCE são favoráveis à tomada de risco.

O Portal Top Vitrine não se responsabiliza por artigos assinados ou de origem definida.

QUI, 03.03.2016

Copom e PIB em segundo plano

O juro brasileiro segue no nível mais elevado desde agosto de 2006

Mercado Financeiro

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Mal terá tempo para reagir à decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), ontem, e o mercado doméstico já receberá os dados do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em 2015 hoje. O Banco Central manteve o placar da reunião anterior, de 6 votos pela manutenção da taxa Selic e 2 a favor do aumento em 0,50 ponto porcentual, e citou as incertezas domésticas e externas para segurar o juro básico em 14,25% pela quinta vez, em meio aos dados negativos da economia a serem apresentados nesta manhã.

 

Goleada, por enquanto, somente no placar do Supremo Tribunal Federal (STF), cuja maioria votou pela aceitação da denúncia contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Seis dos 11 ministros votaram pela abertura do processo criminal por corrupção e lavagem de dinheiro, mas o julgamento foi interrompido e será retomado às 14h, quando votam os outros cinco ministros.

 

Caso nenhum ministro mude o voto, a decisão de ontem torna-se definitiva e Cunha vira réu. Mas o Palácio do Planalto acompanhou o caso com cautela e teme que o deputado faça retaliações durante votação de projetos no Congresso Nacional, por causa da decisão no STF. O maior temor é de que o presidente da Câmara acelere as pautas-bomba.

 

No Copom, os diretores Sidnei Corrêa Marques e Tony Volpon mantiveram o call de aumento da Selic para 14,75% pela terceira reunião seguida, o que pode afastar as apostas de que o próximo passo do Copom seria de corte de juros - e estaria perto de acontecer. Na verdade, o que se enxerga é um BC não muito animado em subir os juros, mas também sem elementos para cortar. E, assim, a taxa básica fica onde está - talvez ao longo deste ano.

 

De qualquer forma, o juro brasileiro segue no nível mais elevado desde agosto de 2006, da mesma forma que o país se mantém na liderança isolada do ranking mundial dos maiores pagadores de juros reais, levemente abaixo de 7%. À essa posição amarga soma-se a brutalidade da recessão doméstica em curso (e seu viés desinflacionário). Afinal, a economia brasileira teve queda livre em 2015.

 

O IBGE deve confirmar, às 9h, a queda do PIB pelo quarto trimestre consecutivo entre outubro e dezembro do ano passado em relação aos três meses imediatamente anteriores. A previsão é de recuo de 1,6%, em um ritmo ligeiramente menos intenso que o observado entre julho e setembro de 2015, quando o PIB caiu 1,7%, também em base trimestral.

 

Assim, o PIB brasileiro deve acumular queda de 3,9% em 2015, no maior recuo da série histórica, revisada em 1996. Já na comparação anual, o PIB deve cair 6% no quarto trimestre do ano passado em relação a igual período de 2014, no sétimo trimestre consecutivo de resultado negativo nessa base de comparação (desde o segundo trimestre de 2014) e na maior queda nesse confronto também desde o início da série.

 

lém disso, a abertura dos indicadores de atividade são desanimadores. Em base trimestral, o PIB da indústria deve cair pelo sétimo trimestre consecutivo, sendo que a formação bruta de capital fixo, que se refere aos investimentos produtivos, deve acumular o décimo trimestre seguido de retração entre outubro e dezembro. O setor de serviços deve ter acumulado baixa em todos os quatro trimestres de 2015, penalizado pela queda do consumo das famílias, também pela quarta vez.

 

Já o agronegócio é dúvida, e pode tanto voltar a cair ao final de 2015 ante os três meses anteriores, ou ter mostrado recuperação e subido. Por sua vez, os gastos do governo devem ter subido pelo terceiro trimestre seguido, na mesma comparação. De positivo, apenas as exportações, que devem ter retomado a trajetória de alta nos três meses finais do ano passado, enquanto as importações devem ter caído pelo quarto trimestre seguido.

 

Mas os negócios locais estão mais interessados é com a questão política. Ontem, a Bovespa renovou o maior nível do ano, pelo segundo dia consecutivo, ao passo que o dólar foi abaixo de R$ 3,90, na menor cotação de 2016, em meio aos acordos de delação premiada no âmbito da Operação Lava Jato. Ambos os ativos retrocederam a patamares de dezembro.

 

As apostas dos investidores são de que as informações de executivos de empreiteiras podem complicar de vez a situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e esclarecer pontos sobre as campanhas presidenciais de 2006, 2010 e 2014, elevando as chances do impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ao mesmo tempo, esse cenário gera um quadro desfavorável ao ajuste fiscal e às reformas macroeconômicas.

 

Desse modo, não deve ter muito efeito o ligeiro sinal negativo que prevalece nas bolsas internacionais nesta manhã, ao passo que o petróleo avança e o dólar testa forças ante os rivais. A Ásia devolveu os ganhos da véspera e fechou em queda, ao passo que as principais bolsas europeias abriram a sessão no vermelho. Nos Estados Unidos, os índices futuros das bolsas de Nova York estão na linha d’água, antes dos indicadores econômicos do dia.

 

Na agenda norte-americana, às 10h30, saem os pedidos semanais de auxílio-desemprego feitos no país e a produtividade da mão de obra no quarto trimestre de 2015; às 12h, é a vez do índice ISM do setor de serviços em fevereiro e das encomendas de bens duráveis em janeiro. Antes, às 11h45, tem o PMI da Markit. Na Europa, pela manhã, serão conhecidos indicadores sobre a atividade na indústria e no setor de serviços, alem das vendas no varejo.

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QUA, 02.03.2016

Política divide atenção com economia

A partir de agora, Eduardo Cunha tem 10 dias para apresentar sua defesa

Mercado Financeiro

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Após um pedido do governo, ficou para a próxima terça-feira a votação no plenário da Câmara dos Deputados sobre a suspensão do cálculo do desconto na dívida dos Estados e municípios com a União, que altera o indexador e a cobrança de juros e pode resultar em perda de R$ 300 bilhões em arrecadação federal. A Casa, ontem, esteve ocupada com o processo que pede a cassação do mandato do presidente Eduardo Cunha.

 

Por 11 votos a 10, o Conselho de Ética abriu processo contra ele, na primeira fase da admissibilidade por suposta quebra de decoro parlamentar. Contudo, a votação, ocorrida na madrugada, ainda é passível de recursos. De qualquer forma, a partir de agora, Cunha tem 10 dias para apresentar sua defesa.

 

Este revés ao presidente da Câmara pode desviar a percepção de enfraquecimento do governo Dilma, que ainda não conseguiu superar as rusgas com o PT. Os sinais vindos do Palácio do Planalto não são bons, pois a relação desfavorável da presidente Dilma Rousseff até mesmo com seu partido tende a reduzir a possibilidade de aprovação de medidas e/ou reformas necessárias ao Brasil atual.

 

Contudo, a política em si está agindo positivamente nos mercados domésticos, o que levou o dólar para abaixo de R$ 3,95 e a Bovespa para o maior nível do ano, já nos 44 mil pontos, ontem, em meio às apostas de que o clima em Brasília pode aumentar as chances do impeachment. A isso, somam-se possíveis novas delações no âmbito da Operação Lava Jato, fechando o cerco também sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

 

Dessa forma, as apostas majoritárias de piora do quadro político ecoam os movimentos vistos durante as eleições presidenciais de 2014, com os investidores ainda carregando o sentimento pró-oposição e cavando o poço, antes de ficarem sedentos. Já o apetite por risco tenta ter continuidade hoje no exterior, após os resultados da "Superterça" nos Estados Unidos, que praticamente definiram Donald Trump e Hillary Clinton no pleito.

 

O republicano e a democrata ganharam em sete Estados, cada, largando na frente das prévias dos candidatos que estarão na disputa eleitoral em novembro. Hillary venceu no Texas,Virginia, Massachusetts, Georgia, Tennessee, Alabama and Arkansas, enquanto seu principal opositor Bernie Sanders ganhou em seu Estado natal de Vermont e também  nos caucus de Oklahoma, Colorado e Minnesota.

 

Trump, por sua vez, reivindicou uma vitória esmagadora sobre seus rivais, mas a conquista do Estado do Texas e do vizinho Oklahoma manteve a campanha de Ted Cruz viva. Em meio aos resultados, os índices futuros das bolsas de Nova York têm ligeiro viés de baixa, sinalizando uma devolução dos fortes ganhos da véspera.

 

As principais bolsas europeias abriram no azul, uma vez que não acompanharam a alta de mais de 2% ontem em Wall Street. Da mesma forma, a Ásia registrou alta acelerada, com Tóquio e Xangai subindo pouco mais de 4%, seguindo o embalo de ontem no Ocidente.

 

Ainda assim, chama atenção a decisão da Moody's de rebaixar a perspectiva da nota de risco de crédito da China, de estável para negativa, em meio à saída de capital externo do país e a situação das dívidas regionais. A capacidade de Pequim de colocar em curso as reformas estruturais também foi citada, às vésperas do início do encontro de líderes chineses para definir as metas para a economia do país até 2020.

 

Entre os mercados emergentes e correlacionados às commodities, destaque para o dólar australiano. O chamado "aussie" ganha terreno pelo terceiro dia seguido, embalado pela menor probabilidade de corte dos juros básicos pelo Banco Central local (RBA) em maio e também pelo crescimento de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) da Austrália no quarto trimestre do ano passado ante o período anterior.

 

A previsão era de expansão menor, de +0,4%. Nas commodities, o cobre lidera os ganhos entre os metais básicos, ao passo que o petróleo devolve os ganhos pela primeira vez nesta semana, antes dos números oficiais sobre os estoques semanais norte-americanos, às 12h30.

 

Na agenda econômica do dia, o grande destaque doméstico fica para a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom), que será conhecida apenas à noite. O mercado financeiro é unânime em apostar na manutenção da taxa básica de juros em 14,25%, pela quinta vez consecutiva. Ainda assim, a Selic seguirá no maior nível desde agosto de 2006.

 

A última vez que o Copom promoveu alterações na taxa básica foi em julho do ano passado, quando apertou o juro em 0,50 ponto porcentual, na sétima elevação consecutiva (desde outubro de 2014). Desde setembro de 2015 (ou quatro encontros), a Selic ficou estável.

 

Além disso, os recentes discursos vindos do Banco Central demoveram as apostas de que a Selic pode cair neste ano, mas tampouco reforçaram as chances de altas. Dessa forma, o Copom não deve se comprometer com nenhum cenário à frente, seja no comunicado que acompanhará a decisão de hoje, seja na ata do encontro de março, na semana que vem.

 

Antes, às 12h30, o BC traz os números do fluxo cambial no mês passado e o índice de commodities (IC-Br). Pela manhã, o calendário local traz a inflação ao consumidor pelo IPC-S nas capitais em fevereiro (8h) e os preços no atacado pelo IPP em janeiro (9h). Logo cedo, a Fipe informou que o IPC na cidade de São Paulo desacelerou a 0,89% em fevereiro.

 

Já no exterior, destaque para as divulgações nos Estados Unidos. Às 10h15, sai a pesquisa ADP sobre a geração de emprego no setor privado do país em fevereiro, que é tido como um termômetro para os números oficiais sobre o mercado de trabalho norte-americano, compilados no payroll. À tarde, às 16h, o Federal Reserve divulga o Livro Bege.

 

Essas publicações tendem a calibrar as apostas em relação à condução da política monetária nos EUA, às vésperas do encontro de março do Fed, na semana que vem. Conhecida por ser uma reunião “cabeça de trimestre”, era esperada, inicialmente, uma alta dos juros agora, em meio ao prognóstico original do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) de promover quatro apertos na taxa em 2016 – uma em cada mês que fecha o trimestre (março, junho, setembro e dezembro).

 

Caso os juros nos EUA subam agora – o que se tornou pouco provável - uma reprecificação nos ativos deve ocorrer. Mas mesmo que a elevação não aconteça neste mês, as incertezas quanto ao timing da próxima alta tendem a ampliar a apreensão nos negócios, uma vez que os indicadores econômicos recentes sobre a maior economia do mundo não descartam um aumento dos Fed Funds antes do esperado.

 

Afinal, a própria presidente do Fed, Janet Yellen, tratou de direcionar as expectativas mais para um cenário de elevação gradual dos juros do que a uma reversão de tendência, rumo a taxas negativas. Contudo, ela também se mostrou atenta à economia global e, principalmente, à China.

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Olivia Bulla é mestre em Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP). Possui especialização em Jornalismo Econômico pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006) e graduação em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2004). Tem experiência profissional na cobertura de notícias, em tempo real, sobre macroeconomia e mercado financeiro nacional e internacional. É fluente em inglês e em espanhol (certificados Cambridge e DELE) e possui conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado - certificados HSK e HSKK). Ela assina o blog www.oliviabulla.com.br

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