Campo Grande-MS 28.06.2017

Mercado Financeiro

Olivia Bulla

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TER, 15.03.2016

Mercados fogem do risco

O dólar voltou a ser negociado acima de R$ 3,65

Mercado Financeiro

Para o Portal Top Vitrine

A fuga dos ativos de maior risco, vista ao final da sessão doméstica de ontem, pode ter continuidade hoje, diante do sinal vindo do exterior, após o Banco Central do Japão (BoJ) refrear-se em adotar mais estímulos. O iene avança, assim como o bônus do título japonês de 10 anos, ao passo que as bolsas caem e as commodities também. Esse movimento tende a potencializar o observado na véspera no Brasil, quando a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva assumir um ministério azedou de vez o humor dos investidores.

 

Até então, a reação dos mercados brasileiros aos protestos contra o governo Dilma em todo o país não era exatamente o que os agentes financeiros esperavam. Com grande parte da mobilização nas ruas já tendo sido antecipada nos negócios locais, os investidores fizeram do dia seguinte às manifestações uma sessão para embolsar os ganhos recentes.

 

Com isso, o dólar voltou a ser negociado acima de R$ 3,65, as taxas de juros futuros recompuseram prêmios e a Bovespa caiu, após duas sessões de alta, devolvendo um pouco dos ganhos de mais de 15% acumulados apenas neste início de mês. Embora parte da culpa tenha sido atribuída ao exterior, onde o ambiente já não estava tão favorável ao risco, a questão é que, agora, os investidores aguardam os próximos passos da crise política.

 

A estratégia da oposição é de que o impeachment da presidente Dilma Rousseff volta a ser o caminho mais viável para tirá-la do poder. Réu na Operação Lava Jato por unanimidade no Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, pretende instalar ainda nesta semana a Comissão Especial que irá analisar o processo contra o mandato dela.

 

O deputado aguarda o julgamento do recurso que ele mesmo apresentou no Supremo sobre o rito processual do impeachment no Congresso. O tema deve ser avaliado pelos ministros da Corte amanhã e, depois, a Casa deve demorar até 45 dias para tomar uma decisão.

 

Nesse período, o principal partido da base aliada deve decidir se fica ou se sai do governo. Essa corrida contra o tempo se dá porque os principais líderes do PMDB e do PSDB foram citados, por diversas vezes, em diferentes delações premiadas, ficando a sensação de que qualquer um pode ser preso a qualquer momento.

 

Por outro lado, o governo e o PT apostam em ato que contará com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, marcado para sexta-feira, a fim de mostrar “resistência ao impeachment” e “defender a democracia”. Lula, aliás, aguarda decisão sobre o pedido de prisão preventiva, que agora será analisado pelo juiz Sérgio Moro, para decidir se assume ou não um ministério no governo.

 

A presidente Dilma já estaria tentando calcular o apoio da base aliada à entrada do ex-presidente no governo federal. A avaliação é de que pouco adiantará a ida de Lula para algum ministério sem o aval do PMDB. Relatos na imprensa dão conta de que ele deve ocupar a Casa Civil, comandada por Jaques Wagner, ou a Secretaria de Governo, de Ricardo Berzoini - a mais provável, onde assumiria também a articulação anti-impeachment.

 

Contudo, Lula deve apresentar condicionantes para entrar no governo, sendo que a principal delas é a mudança da política econômica. A condição não passaria por uma troca do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, mas por uma política mais frouxa de ajuste fiscal, focada na retomada do crescimento.

 

Afinal, os protestos do próximo dia 18 dificilmente alcançarão um número similar de manifestantes, mas já sinalizam que pode haver uma “guinada à esquerda” de Dilma, atendendo às pautas dos movimentos sociais, ciente de que é preciso agir rápido e reavivar a economia. Aliás, a agenda econômica deve trazer hoje mais um dado desanimador sobre o mercado de trabalho no país.

 

A PNAD Contínua, que substitui a pesquisa do IBGE em regiões metropolitanas a partir deste mês, deve mostrar uma piora da população desocupada no país e na renda dos trabalhadores ocupados, além de uma menor oferta de vagas. O dado, referente a dezembro, será divulgado às 9h.

 

Trata-se do único dado doméstico do dia. Na safra de balanços, destaque para a Gerdau, que foi alvo da Operação Zelotes, recentemente, adiando, assim, a publicação do demonstrativo contábil. O resultado financeiro será publicado hoje, antes da abertura do pregão local.

 

No exterior, o calendário de eventos e indicadores nos Estados Unidos está carregado. Às 9h30, saem as vendas no varejo e os preços ao produtor (PPI), ambos referentes ao mês de fevereiro, juntamente com o índice Empire State de atividade industrial em março. Depois, às 11h, serão conhecidos os estoques das empresas em janeiro, além da confiança das construtoras neste mês. Por fim, às 17h, é a vez do fluxo de capital estrangeiro em janeiro.

 

À espera desses dados, os índices futuros das bolsas de Nova York também estão em baixa. Mas o grande destaque é o início da reunião de dois dias do Federal Reserve. As apostas são de que a taxa básica de juros nos EUA seguirá entre 0,25% e 0,50%, em meio às incertezas globais e à evolução dos preços no país. Mas as atenções estarão voltadas ao comunicado e à fala da presidente do Fed, Janet Yellen, que acompanharão o anúncio da decisão. O encontro trará ainda projeções atualizadas para atividade, juros e inflação.

 

No Japão, após a decisão inédita do BoJ, de adotar, em janeiro, juro negativo pela primeira vez na história, a autoridade monetária optou por manter as taxas e o programa de compra de ativos. Em reação, a Bolsa de Tóquio caiu 0,68%, contaminando os demais mercados asiáticos, à exceção de Xangai, que subiu 0,17%. O iene registra a maior alta em uma semana ante o dólar, afastando-se na liderança de melhor desempenho entre as moedas desenvolvidas.

 

Na Europa, as principais bolsas abriram em queda firme, penalizadas pela queda nos preços das commodities. As ações de mineradoras e petrolíferas conduzem as perdas na região, em meio ao recuo do petróleo e dos metais básicos.

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SEG, 14.03.2016

Mercado ouve a voz das ruas

Público foi maior que o das Diretas Já

Mercado Financeiro

Para o Portal Top Vitrine

O número de participantes nos protestos de ontem em mais de 120 cidades brasileiras contra o governo Dilma superou o das manifestações de um ano antes, em 15 de março, quando 2 milhões de pessoas saíram às ruas, sendo que em São Paulo o público também foi maior que o das Diretas Já. Contudo, o perfil elitizado dos manifestantes na capital paulista se manteve, com a maioria tendo renda e escolaridade bem acima da média da população.

 

Além disso, em alguns lugares, houve atos de apoio ao PT e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que foi bem recebido em frente ao seu prédio. Já o senador Aécio Neves e o governador do Estado, Geraldo Alckmin, foram hostilizados na Avenida Paulista e ficaram pouco tempo na região, cancelando um discurso que pretendiam fazer. O mesmo aconteceu com a senadora Marta Suplicy, que foi vaiada.

 

De qualquer forma, essas vozes do povo brasileiro devem ser ouvidas nos mercados domésticos hoje, com os investidores vendo na força das manifestações chances cada vez maiores de saída da presidente Dilma Rousseff. O apetite por risco que prevalece no exterior tende a potencializar o movimento. Mas neste dia seguinte aos atos, ainda não se sabe como irá terminar a crise política no Brasil.

 

No sábado, o vice-presidente Michel Temer procurou posicionar o PMDB na via contrária à radicalização e afirmou que não é hora de dividir o país nem acirrar os ânimos. O partido deu-se um prazo de 30 dias para definir sobre o rompimento (ou não) com Dilma, desfazendo, assim, a aliança com o PT e entregando, pelo menos, sete ministérios e outros cargos de segundo escalão.

 

Agora, a decisão sairá em meio à análise do impeachment na Câmara. O processo contra Dilma deve ter início após o julgamento dos embargos sobre o rito do processo pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na quarta-feira.

 

É a tensão que deve prevalecer nos mercados domésticos, em meio a esse cabo de guerra na política - sem ainda saber para qual lado irá romper. Com isso, a agenda econômica, já esvaziada no Brasil, perde ainda mais relevância. Ainda assim, merece atenção o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) que o Banco Central anuncia hoje, às 8h30.

 

Tido como uma “proxy” do Produto Interno Bruto (PIB), o indicador deve interromper dois meses seguidos de queda e registrar leve alta de 0,1% em janeiro. Na comparação com um ano antes, contudo, deve haver um recuo de 7,10%. No mesmo horário, sai a Pesquisa Focus.

 

Amanhã, destaque ainda para a PNAD Contínua, que substituirá de vez, neste mês, os dados sobre o mercado de trabalho no país. Ao longo da semana, são esperados os dados de fevereiro sobre o emprego formal (Caged) e a arrecadação federal.

 

Agenda. No exterior, o destaque do calendário econômico é a decisão de política monetária do Federal Reserve, na quarta-feira. Não é esperada nenhuma decisão inusitada, mas o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) pode dar pistas sobre os próximos passos na condução da taxa dos Fed Funds, após encerrar a era de juro zero nos Estados Unidos em dezembro.

 

Além do comunicado que acompanhará o anúncio, os investidores também estarão atentos às projeções para as principais variáveis econômicas do país que serão divulgadas logo após o encontro bem como a coletiva de imprensa que será concedida pela presidente do Fed, Janet Yellen.

 

Um dia antes, na terça-feira, é a vez das vendas no varejo norte-americano no mês passado, juntamente com os preços ao produtor (PPI) no mesmo período. No dia seguinte, antes do Fed, saem a inflação ao consumidor (CPI), a produção industrial e dados sobre o setor imobiliário no país – todos referentes a fevereiro. Na sexta-feira, será conhecido o sentimento do consumidor em março.

 

É válido lembrar que os EUA entraram em horário de verão ontem, com a Costa Leste norte-americana ficando uma hora mais próxima do horário de Brasília. Com isso, o pregão em Wall Street passa a funcionar das 10h30 às 17h (hora no Brasil), sendo que também houve alteração nos horários relativos de divulgação dos indicadores. O pregão na Bovespa também volta a fechar às 17 horas a partir de hoje.

 

Na Europa, saem indicadores de primeira grandeza da zona do euro, como a taxa de desemprego, preços ao consumidor e balança comercial. Fora da região da moeda única, o foco está na decisão do Banco Central inglês (BoE), na quinta-feira, quando deve manter o juro básico onde está.

 

Na Ásia, o BC do Japão (BoJ) anuncia, amanhã, a decisão de política monetária. Em janeiro, o BoJ adotou juros negativos, pela primeira vez na história do país, e ampliou o programa de compra de ativos. Já o calendário econômico está esvaziado e traz apenas os preços de imóveis na China em fevereiro, na quinta-feira.

 

No fim de semana, o gigante emergente informou que a produção industrial cresceu 5,4% nos meses de janeiro e fevereiro, em relação a um ano antes, ante previsão de alta de 5,6%. Trata-se do início de ano mais fraco da atividade desde 2009. Por sua vez, as vendas no varejo continuaram crescendo acima de dois dígito, em +10,2%, mas abaixo da estimativa de +11%, enquanto os investimentos em ativos fixos superaram o esperado e também avançaram 10,2%.

 

Os números mostram que tanto a atividade na indústria quanto no varejo perderam tração no início deste ano, elevando a pressão sobre Pequim para alcançar o alvo de crescimento deste ano, entre 6,5% e 7%. Porém, durante conferência anual concedida pelo Banco Central chinês (PBoC), o presidente da instituição, Zhou Xiaochuan, afirmou que grandes estímulos no país não são necessários.

 

Para ele, o governo irá cumprir a meta de crescer pelo menos 6,5% ao longo dos próximos cincos anos e "estímulos monetários excessivos" não são necessários para alcançar esse objetivo. Desse modo, é preciso lembrar que os dados recentes sobre a economia chinesa foram distorcidos pelas festividades do Ano Novo Lunar, além da fraca demanda global.

 

A Bolsa de Xangai registrou hoje a maior alta em uma semana, de 1,75%, após o novo chefe do órgão regulador de valores mobiliários, Liu Shiyu, sinalizar que vai continuar sustentando o mercado de capitais, ao mesmo tempo que as operações de aquisições foram retomadas. Já o novo sistema para o registro de ofertas iniciais de ações (IPO) ainda deve levar algum tempo.

 

Nos demais mercados asiáticos, Tóquio subiu 0,70%, embalado pelo salto nas encomendas à indústria, ao passo que Hong Kong ganhou 1,17%. No Ocidente, os índices futuros das bolsas de Nova York avançam, animando a abertura do pregão na Europa, com os investidores tomando risco antes das reuniões do Fed e do BoJ nesta semana, que podem seguir o viés suave (dovish) de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).

 

Entre os ativos emergentes, a lira turca e o rand sul-africano se enfraquecem, em meio a um ataque de bomba e a investigações no governo, respectivamente. Nas commodities, o cobre testa a marca de US$ 5 mil por tonelada métrica pela primeira vez em uma semana, ao passo que o petróleo sai da máxima em três meses na esteira da decisão do Irã de elevar a produção.

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SEX, 11.03.2016

Mercado espera pelo fim de semana

Há possibilidade de o PMDB desfazer formalmente a aliança com o PT

Mercado Financeiro

Para o Portal Top Vitrine

A sexta-feira começa com os mercados domésticos em compasso de espera pelo fim de semana, mais especificamente pelas manifestações contrárias ao governo Dilma e ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no domingo. Os investidores têm apostado que as delações premiadas no âmbito da Operação Lava Jato e o aumento da pressão sobre Lula, agora denunciado pelo Ministério Público de São Paulo, ampliaram as chances de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Ontem, o MP-SP pediu prisão preventiva dele.

 

A isso, soma-se ainda a possibilidade de o PMDB desfazer formalmente a aliança com o PT, unindo-se ao PSDB. A Convenção Nacional do PMDB acontece um dia antes dos protestos, no sábado, quando a ruptura deve ser anunciada, liberando as bancadas para votar pelo impeachment. Desse modo, de pouco deve resolver o convite de Dilma para que Lula escolha um ministério pra chamar de seu. O ex-presidente teria pedido um prazo até a próxima segunda-feira para decidir se aceita ou não.

 

Contra ele, pesa agora o pedido de prisão preventiva feita pelos promotores Cassio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Araújo junto com a denúncia apresentada na quarta-feira. Eles alegam ser necessária tal conduta para garantir "a ordem pública, a instrução do processo e a aplicação da lei". Contudo, a própria oposição decidiu não referendar o pedido do MP-SP por não ver nenhum embasamento jurídico sólido e avaliar a medida como "inusual".

 

Em meio a essas expectativas de troca de governo, diante do maior isolamento da atual gestão, os negócios locais também promovem ajustes, mas sem desmontar posições com intensidade para que os agentes financeiros não sejam pegam de surpresas na segunda-feira. Atento a esse movimento interno, o Tesouro Nacional aproveitou para mensurar a demanda dos estrangeiros por ativos domésticos.

 

A emissão do novo bônus soberano denominado em dólares com vencimento em abril de 2016 (Global 2026) no mesmo dia em que o Banco Central Europeu (BCE) surpreendeu com a adoção de taxa zero para os juros básicos e ampliação do programa de estímulos monetários, agora ainda mais agressivo, serviu para aproveitar a provável entrada de recursos em países emergentes.

 

Segundo o próprio Tesouro, a primeira emissão soberana desde que o país perdeu o grau de investimento somou US$ 1,5 bilhão, sendo que a demanda pelo papel teria chegado perto de US$ 6 bilhões. Contudo, o spread em relação aos títulos de 10 anos dos Estados Unidos foi de 419,60 pontos, bem acima dos 147 pontos na última captação externa do governo, em 2014. A liquidação financeira será em 17 de março.

 

Esse noticiário tende a prevalecer nos mercados brasileiros hoje, em meio à fraca agenda. Internamente, o único indicador previsto é a pesquisa mensal de serviços em janeiro (9h). No exterior, está previsto apenas o índice de preços de produtos importados nos Estados Unidos em fevereiro (10h30).

 

À espera desses dados, os mercados internacionais exibem ganhos acelerados, diante da recuperação nos preços dos petróleo, com o barril do Brent voltando à marca de US$ 40. As principais bolsas europeias abriram em alta firme, embaladas pelo sinal positivo vindo de Wall Street. Na Ásia, as bolsas também no azul, ainda ecoando as medidas anunciada ontem pelo Banco Central Europeu (BCE).

 

Os investidores tentaram re-digerir a reação excessiva de ontem à fala do presidente do BCE, Mario Draghi, quando afirmou que não deve adotar nenhuma nova ação. A impressão que ficou foi de que os negócios ficaram com o foco embaçado e as declarações do comandante da zona do euro foram tiradas do contexto. Draghi apenas teria se antecipado dizendo que não seria necessário reduzir ainda mais as taxas e que o afrouxamento monetário (QE) deve durar mais quatro ou cinco anos na região da moeda única.

 

A Bolsa de Tóquio subiu 0,85% e a de Xangai avançou 0,20%, com os investidores à espera de indicadores sobre a atividade chinesa, que serão anunciados neste fim de semana. Os dados devem mostrar nova desaceleração da indústria e dos investimentos em ativos fixos. Além disso, amanhã acontece a conferência anual do Banco Central chinês (PBoC). Na semana, o índice Xangai Composto caiu pouco mais de 2%.

 

Em Hong Kong, o índice Hang Seng teve alta pela primeira vez em quatro dias, de +1,08%. Entre as moedas, o yuan offshore se fortaleceu para o maior nível desde novembro, animando as divisas de países emergentes e correlacionadas as commodities. Os destaques ficam com as valorizações do won sul-coreano, o baht tailandês, o ringgit malaio e o peso filipino.

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Olivia Bulla é mestre em Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP). Possui especialização em Jornalismo Econômico pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2006) e graduação em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (2004). Tem experiência profissional na cobertura de notícias, em tempo real, sobre macroeconomia e mercado financeiro nacional e internacional. É fluente em inglês e em espanhol (certificados Cambridge e DELE) e possui conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado - certificados HSK e HSKK). Ela assina o blog www.oliviabulla.com.br

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