Campo Grande-MS 22.07.2017

Biodiversidade

Sandra Sakamoto & Thiago Angeli

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SEX, 04.03.2016

O maior e pior predador da Terra

Somente a raça humana mata por prazer, por ignorância e por vaidade

Biodiversidade

Para o Portal Top Vitrine

Olá! Eu, Sandra, começo a coluna de hoje com um questionamento aparentemente simples: qual é o maior animal predador que existe na face da Terra? O mais destruidor, implacável e sanguinário? Se você respondeu algum grande carnívoro como a orca ou o tigre errou.

 

Trata-se sim de um mamífero terrestre e que pode nadar e até voar. Dificultei? Mire-se para um espelho e terá a resposta: exatamente, é você, sou eu, aquele bebê inofensivo, familiares, colegas de trabalho, ou seja, o ser humano. Espantou-se ou não entendeu?

 

Bem, na correria do mundo já formatado como recebemos desde que nascemos, não percebemos o quão extravagante é o nosso estilo de vida: somente a raça humana mata por prazer, por ignorância e por vaidade; lança sujeira de toda ordem no próprio solo que planta e na água que bebe; destroi o seu habitat, negando a relevância dos outros seres (animais, vegetais, fungos, microrganismos e minerais) para nossa própria existência e que englobam um micro ou macro-ambiente; somente nós necessitamos viver num universo asséptico, cheio de produtos químicos venenosos, porque somos incapazes de convivermos com os demais seres que nos cercam.

 

Mais. Consumimos desenfreadamente, produzindo muito lixo, jogamo-os no chão e no esgoto, impermeabilizamos a terra com piche, e ainda nos sentimos no direito de reclamar da chuva que inunda as cidades. Derrubamos árvores, mas concretamos parede e instalamos ar-condicionado para fugir do calor e pagamos por energia elétrica cara.

 

Destruímos lagos para construirmos nossas piscinas, exterminando anfíbios, aves, peixes e artrópodos que se alimentavam justamente de um dos maiores transtornos atuais: o Aedes aegypti - e temos a coragem de culpar o mosquito? Temos que apontar o dedo na nossa cara.

 

Na lida com animais silvestres cativos ou domésticos, tenho observado e aprendido sobre seus comportamentos e hábitos, tão mais nobres e coerentes do que os nossos. Leões, zebras, gnus, hienas e búfalos, por exemplo, não vivem em guerra, eles coexistem e os predadores atacam somente quando precisam saciar sua fome e a do seu bando.

 

Fico sinceramente consternada quando vejo pessoas torcendo contra um animal carnívoro durante sua caçada ou ficam horrorizadas ao verem um impala sendo devorado.

 

Há um ciclo da vida: microrganismos que produzem nutrientes para o solo, que criam condições para a semente germinar e alimentará herbívoros, que por sua vez servirão de alimento a vários carnívoros seriais, fora que os excrementos de todos os animais são úteis para fungos e animais saprófagos e coprófagos que revitalizam a terra novamente e assim vai contínua e harmoniosamente.

 

Sabia que nossas fezes só servem para contaminar por causa das infinidades de porcarias industrializadas que comemos? Nem insetos coprófagos se alimentam delas.

 

Nos esquecemos que estamos no topo da cadeia alimentar, isto é, somos onívoros e provavelmente, um tempo atrás você deve ter almoçado  um bife suculento, ou lanchado um sanduíche de presunto, ou saboreou aquele bolo à base de ovos e leite que a vovó fez.

 

Esse distanciamento sobre o que comemos nos faz esquecer que somos consumidores vorazes de proteína animal: compramos tudo picado, embalado em uma bandeja ou processado e congelado.

 

Nada daquilo que vemos na prateleiras e gôndolas se parece com bicho morto. Só que a realidade, meu amigo e minha amiga, é que a única coisa que nos difere dos animais caçadores é que alguma outra pessoa fez o serviço sujo para nós.

 

Alguém deve estar sorrindo e me contra-argumentando em pensamento: sou vegetariano e não consumo animais, estou isento de culpa.

 

Mas consome soja, milho, arroz, feijão, trigo que se tornaram monoculturas e demandam grandes quantidades de terreno - desmatando o que antes era mato e eliminando do mesmo jeito muitas vidas, além das toneladas de agrotóxicos que poluem lençóis freáticos e contaminam o solo.

 

Somos tão arrogantes que julgamos ser a imagem e a semelhança de Deus. E na boa? Se somos tudo isso mesmo. Deus está aborrecido com tanta heresia e egoísmo em nome dele, outra que em tese, estamos destruindo o lar que ele construiu para todos os seres.

 

Até mesmo para as baratas? Sim, até mesmo para elas, que têm uma importante função ecológica que é o de promover a limpeza e a ciclagem de nutrientes para o solo; menos de 5% das cerca de 5 mil espécies de blatárias são perniciosas para nós. E elas só são prejudiciais porque se adaptaram ao nosso jeito de viver imundo e poluído, assim como outros animais chamados de sinantrópicos e que se tornaram pragas: pombos, ratos, pulgas, escorpiões, mosquitos, etc.

 

Não curto assistir documentários sobre animais de vida livre que querem alcançar o público leigo com alardes à toa, além de conterem trilhas que aceleram o coração para dar ação à caça, também têm um quê de sensacionalismo, usando adjetivos incorretos e pejorativos como crueis, assassinos, impiedosos, monstros, etc.

 

Estes se aplicam perfeitamente ao Homo sapiens, que abandona e negligencia seus próprios filhos, mata por sadismo, bate por covardia, desperdiça comida, não adota outras crianças e tolhe a liberdade de uma forma geral. Animais são objetivos e econômicos: não gastam energia à toa porque não sabem quando obterão alimento novamente, por isso, quando investem contra uma presa, tentam ser certeiros.

 

Acredita-se que a vida neste planeta surgiu há uns cinco bilhões de anos. Com o passar do tempo surgiram unicelulares infinitos, algas, pluricelulares, plantas, invertebrados, peixes, anfíbios, répteis, aves, mamíferos... Os variados humanídeos surgiram somente há dois milhões de anos. Restaram somente nós, entretanto, veja quanta destruição essa nossa única e mísera espécie já proporcionou.

 

O mundo já era assim tal qual conhecemos, mas as fontes naturais são finitas, estão rareando e continuamos a destruí-las. Como educadores, pais e formadores de futuros cidadãos, precisamos conscientizá-los desde já e orientá-los em casa, na escola, nas ruas, em sociedade.

 

Constantemente me pergunto: selvagens são os animais ditos irracionais que instintivamente nascem sabendo sobre certas coisas óbvias ou selvagens somos nós que perdemos parte de nossos instintos, a ponto de precisarmos digladiar contra tudo, todos e sobretudo contra nós mesmos? Termino o texto de hoje com mais estes questionamentos para você refletir. Até!

O Portal Top Vitrine não se responsabiliza por artigos assinados ou de origem definida.

Divulgação/Fiocruz

Aedes aegypti

SEG, 15.02.2016

Afinal, o que é biodiversidade?

Biólogos e cientistas já catalogaram quase dois milhões de seres vivos

Biodiversidade

Para o Portal Top Vitrine

Além de ser a nova coluna do Portal Top Vitrine que eu, Thiago Angeli, e Sandra Sakamoto, escreveremos quinzenalmente e que trará informações relacionados à fauna, meio ambiente e ecologia, biodiversidade tem um sentido bem mais amplo: se desmembrarmos essa palavra teremos o prefixo “bio” que significa vida e “diversidade” que dispensa explicações, então temos: vida diversa.

 

Mas o que é essa tal de biodiversidade na prática? Quantas espécies de seres vivos existem no nosso mundo? Você tem ideia? Seriam centenas, milhares ou milhões de espécies? Ou será que estamos sozinhos neste planeta, já que o destruímos sem nos preocuparmos com o bem-estar geral?

 

A terra abriga uma ampla variedade de seres vivos, sejam eles animais, vegetais, fungos, microrganismos...

 

Biólogos e cientistas já conseguiram catalogar quase dois milhões de seres vivos, mas estima-se que o número a serem catalogadas seja muito maior, pois estudos recentes indicam que haja em torno de 15 milhões de espécies diferentes.

 

A biodiversidade do planeta também inclui os habitats e ecossistemas em que eles vivem. E quer saber mais? A grande maioria da biodiversidade da fauna, por exemplo, é de insetos. Sim, aqueles animais que causam arrepio e que têm um par de antenas, três pares de pernas e um ou dois pares de asas, como: borboletas, cupins, formigas, gafanhotos, joaninhas, libélulas, moscas, pernilongos etc.

 

Ah, e só lembrando que aranhas, lacraias, escorpiões, entre outros, não são insetos, então, nada de jogar inseticidas neles, pois não surtirá efeito e você ainda irá se intoxicar, ok?

 

Voltando ao assunto principal, o termo biodiversidade tornou-se amplamente conhecido na década de 1980, nos Estados Unidos, no “Fórum Nacional da Biodiversidade” que aconteceu em Washington, com várias reuniões para discutir-se sobre o assunto.

 

Com a divulgação dos resultados dessas discussões, esse termo começou a se popularizar. Durante a Rio 92, mais conhecida como Eco 92 – a Conferência Sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, a palavra biodiversidade foi rapidamente incorporada pela mídia e ganhou a seguinte definição, ainda hoje utilizada:

 

"A variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; compreendem ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas."

 

Não entendeu? Vou explicar:

 

- Tudo o que está dentro da biosfera faz parte da biodiversidade.

 

- A biodiversidade está classificada em cinco reinos, segundo o cientista Whitakker que a criou em 1969: animais, vegetais, fungos, protistas (protozoários) e moneras (bactérias).

 

- Dentro da biodiversidade dos animais, por exemplo, há agrupamentos de indivíduos de uma mesma espécie – as populações – que convivem e reproduzem-se dentro de uma mesma área: uma população de hominídeos.

 

- Essa espécie tem variações de indivíduo para indivíduo. Por exemplo, a família dos hominídeos tinha indivíduos diferentes, apesar de terem o mesmo ancestral Homo: o Homo habilis, o Homo erectus... sendo que o Homo sapiens foi a única espécie remanescente que é a do homem moderno.

 

- E finalmente, o Homo sapiens é formado por várias populações, todas da mesma espécie, habitando cada qual em um local específico e tendo características variantes entre elas.

 

Africanos, por exemplo, são natos no país de origem, porém há africanos que nascem no Congo, em Serra Leoa, Uganda. Populações de orientais que podem ter nascido na China, Mongólia ou Cazaquistão, só que em comum todos são da espécie Homo sapiens.

 

A biodiversidade também pode ser descrita de várias formas e dentro de vários níveis. Vou citar três pontos de vista, mas, que relatarei de forma mais abrangente, em uma proxima oportunidade: a composição da biodiversidade; a estrutura da biodiversidade; a função da biodiversidade.

 

Cientistas e pesquisadores afirmam que o Brasil possui uma das maiores biodiversidades do planeta, ou seja, em território nacional é possível encontrar-se uma variabilidade incrível de espécies viventes se compararmos com países como a Noruega ou o Canadá, pois quanto mais próximo um país está dos trópicos, maior será a quantidade de seres que irão se desenvolver neste local.

 

É no Brasil que também encontramos uma enorme quantidade de biomas abrigando uma alta riqueza de espécies: Mata Atlântica, Mata Amazônica que engloba outros biomas como o do cerrado, da caatinga, pantanal etc...

 

"Cada espécie tem a sua função para a harmonia e o equilíbrio de todo o sistema"

 

Entretanto, o conhecimento acumulado sobre a biodiversidade em nosso país é bem limitado porque faltam recursos técnicos e financeiros para realizar-se pesquisas.

 

Grande parte do que já se descobriu em torno da nossa riqueza nacional foi feito por cientistas de outros países e isso se agrava para os microrganismos.

 

Uma pergunta que você, leitor, deveria se fazer é: por que conhecemos tão pouco os grupos dos minúsculos como o de fungos, algas e artrópodos?

 

Infelizmente, porque a tendência é o de estudar-se aquilo que é visível aos nossos olhos, ou seja, os organismos maiores como os mamíferos e acabamos por menosprezar os menores, porque julgamos serem irrelevantes e, ao contrário do que se pensa, cada espécie tem a sua função para a harmonia e o equilíbrio de todo o sistema.

 

É difícil quantificar o número de espécies que faltam para serem descobertos, entre grandes, médios, pequenos e microrganismos. Muitos quando forem descobertos, provalvemente já terão sido extintos, quando algum pesquisador brasileiro tentar realizar algum estudo, pois não há incentivos.

 

E para finalizar o assunto de hoje, agora que você leitor já sabe o que é biodiversidade, o papel mais importante que cabe a todos nós, e que, nós biólogos do Projeto Herpetus estamos fazendo, com certeza, é conhecer para preservar o que é nosso: as espécies de todos os cinco grandes reinos que compõem nossa biodiversidade.

O Portal Top Vitrine não se responsabiliza por artigos assinados ou de origem definida.

Paulo Renato Coelho Netto/Livro Mato Grosso do Sul

Pássaro Cardeal, no Pantanal de Mato Grosso do Sul

SEX, 29.01.2016

Coluna Biodiversidade estreia no Top Vitrine

Em biologia estuda-se tudo o que está relacionado com a vida

Biodiversidade

Para o Portal Top Vitrine

1 comentário(s)

Não sabemos bem como começar esta primeira matéria, digo no plural, porque este texto está sendo escrito a quatro mãos e trato logo de dizer que na Coluna Biodiversidade, seremos eu – Sandra Sakamoto – e meu parceiro de trabalho Thiago Angeli, os responsáveis por criar o conteúdo desta nova seção quinzenal, gentilmente cedida pelo jornalista Paulo Renato, editor-chefe do Portal Top Vitrine.

 

Aliás, creio que o melhor jeito de iniciar esta nova etapa, tanto para o Projeto Herpetus como para o site, é agradecendo a ele pela sua confiança em nosso empreendimento, então, nosso muito obrigado! Não é nada fácil conseguir um sim.

 

E quem somos nós e o que é o Projeto Herpetus afinal? Bem, tanto eu como o Thiago, moramos na capital de São Paulo e desde 2013 resolvemos tocar um trabalho em prol dos animais. Nos conhecemos nos tempos da faculdade e como o curso de Ciências Biológicas é amplo, houve uma identificação imediata porque queríamos seguir no ramo da Zoologia.

 

Para quem não sabe, em Biologia estuda-se tudo o que está relacionado com a vida e, como a própria palavra denota, são diversas áreas que o profissional pode atuar: Botânica, Genética, Ecologia, Meio Ambiente, Biologia Marinha, Microbiologia e por aí vai. O biólogo ama fuçar a vida alheia, mas, ele transforma sua curiosidade em observação, pesquisas e descobertas.

 

O Projeto Herpetus não tem vínculos com movimentos ativistas de ONGs que protegem a bicharada ou o meio ambiente – não que estejamos subjulgando ou menosprezando suas relevantes ações, nada disso, é que o nosso foco é outro: é o de levarmos as corretas informações para desmitificar lendas que cercam nossa rica e biodiversa fauna, tanto do Brasil como de outros países.

 

Histórias que de tanto serem recontadas e reinventadas, ao longo do tempo, acabaram se tornando verdade e causando medo nos seres humanos e até mortes desnecessárias aos animais envolvidos nesses mitos. Para tanto, portamos em nossas apresentações exemplares de animais silvestres cativos, todos devidamente legalizados pelos órgãos ambientais.

 

Só um parêntese: um animal silvestre cativo é aquele que não vive mais em seu habitat seja porque ele foi abruptamente retirado desse local (geralmente por causa de atos criminosos de caçadores e de traficantes) e que não tem mais condições de viver livremente, seja aquele que já nasceu em cativeiro, por reprodução feita em criadores legalizados para fins comerciais – caso dos bichos que usamos, ou por reprodução doméstica para fins de hobby e até de comércio ilegal, mas esta é uma outra longa história.

 

Visitamos colégios, universidades e institutos de ensino e de cultura, onde damos palestras e organizamos bate-papos para estudantes e educadores. Também ministramos cursos e workshops personalizados para profissionais de vários segmentos, participamos de exposições... E em todos esses eventos de cunho educativo, lá estão vivos e ao vivo nossos colaboradores: pode ser uma jiboia, coruja, lagarto teiú, falcão e até invertebrados, e tudo isso para que os participantes tenham a oportunidade de poder ver de perto e até de tocar em animais tão temidos.

 

Não restringimos nossos conhecimentos aos alunos ou catedráticos: damos aulas de Educação Ambiental de forma leve e descontraída para o público em geral, para pessoas de todas as idades – temos registros de papais e mamães com bebês de três meses de vida junto com nossas estrelas, assim como com idosos com mais de 80 anos.

 

Nosso diferencial está na dessenssibilização que praticamos, antes de promover um encontro entre o animal e o ser humano, ou seja, antes de um ser apresentado ao outro, passamos noções gerais sobre comportamento, características principais, função ecológica e tiramos as dúvidas da galera.

 

Assim, quebrando os tais mitos e lendas é que as pessoas passam a compreender o que desconheciam e até começam a gostar do famigerado animal.

 

O trabalho do Projeto Herpetus está pautado na seriedade e no respeito, não nos confundam com aquela gente medíocre que pega bicho para turista tirar foto, ou com quem tem um animal exótico e sai pelas ruas exibindo-o como um troféu.

 

Muitos nos perguntam se não estressamos nossos “colaboradores” e a resposta é: “- Estresse e maus tratos quem promove é o profissional que invade o ambiente de um animal e o retira forçosamente da sua toca ou esconderijo para obter uma cena que impressione e chame audiência para um programa de tv.”

 

Nós realizamos manejos seguindo critérios rigorosos, cuidamos da alimentação e aferimos a saúde de cada bicho diariamente. Se um animal estiver com comportamento alterado ou não estiver bem num dia de apresentação, simplesmente não o levamos tanto para zelar pelo bem-estar do ser vivo em questão como para proteger os participantes de um possível acidente. Sim, parece mentira, mas a verdade é que preferimos perder dinheiro a colocar em risco outras vidas. Isso se chama responsabilidade.

 

E é tremendamente compensador para nós quando vemos que uma criança ou um adulto superam seus receios e paúras, dando lugar à compreensão e ao respeito. Que o cidadão sai de nossas apresentações com uma visão mais ampla a respeito de natureza e que não existe bicho bom ou bicho ruim pois cada qual tem sua função nesse nosso planeta. Que temos que aprender a conviver em harmonia, sem nos agredirmos e cometendo matança à toa. As feras, tanto animais como humanas, passam a ser as belas espécies em convivência harmônica.

 

Se você se identificou conosco, pode nos encontrar dando um gúgou. Até breve!

O Portal Top Vitrine não se responsabiliza por artigos assinados ou de origem definida.

Divulgação

Thiago Angeli com uma píton-bola

Divulgação

Sandra Sakamoto visitada por um bicho-pau

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Biodiversidade

Sandra Sakamoto é publicitária de formação pela FIAM/FMU, redatora por vocação e bióloga de coração, profissão na qual se dedica atualmente. Autodidata, estagiou no Museu de Zoologia da USP no setor de Entomologia e frequentou cursos de extensão universitária nesta mesma Instituição no segmento de invertebrados. Participa periodicamente de cursos e palestras em Biológicas, Saúde e Educação para upgrade curricular. É coordenadora do Projeto Herpetus junto com o biólogo Thiago Angeli, sendo responsável pela parte de comunicação, divulgação e conteúdo deste trabalho. Tem escrito e revisado uma série de textos destinados ao setor de Zoo, Eco e Biodiversidade, além de ministrar aulas para um público amplo e diversificado.

Thiago Angeli é biólogo graduado pela UNIESP. Autodidata, possui know-how no manejo e na recuperação de diversas espécies de animais silvestres cativos. Estagiou e fez curso de extensão universitária em Biodiversidade pelo Instituto Butantan (SP), além de ter trabalhado em Mantenedouros de Fauna; no Projeto Macuco do Parque Estância Alto da Serra; em lojas especializadas em animais exóticos. Desenvolveu um trabalho de pesquisa sobre a anurofauna do Parque Estância Santa Luzia, localizada em Mauá (SP). Atualmente é coordenador do Projeto Herpetus junto com Sandra Sakamoto e ministra diversos cursos e palestras sobre biodiversidade da fauna. Participa de eventos e exposições do segmento para upgrade curricular. Dedica-se a registrar as espécies de aves urbanas em São Paulo. Desenvolve ainda trabalhos de paleoarte, taxidermia científica e artística, além de já ter escrito diversas apostilas e banneres sobre o segmento de Zoologia. Sandra e Thiago assinam a Coluna Biodiversidade no Portal Top Vitrine desde janeiro de 2016

proj.herpetus@gmail.com

projetoherpetus.wordpress.com

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